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No dia 15 de setembro a FAMÍLIA VILA estará presente lá na BARRA DO TURVO para entregar CESTA BÁSICAS paras as famílias que precisam e também para dar andamento em outros projetos.
Convidamos toda a igreja para participar da arrecadação dos itens para montarmos 20 cestas básicas.
Receberemos as doações aqui na Família Vila até o dia 12 de setembro.

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Sound

À partir desta semana as mensagens dos nossos cultos estarão disponíveis em áudio no Facebook da Vila:
www.facebook.com/vilamariana.familia

A mensagem de 12 de agosto está disponível no 

SoundCloud
https://soundcloud.com/user-506277904

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Genocídio cristão na Nigéria: mais de 6 mil já foram assassinados

Líderes da Igreja na Nigéria disseram que os cristãos estão experimentando "genocídio puro", já que 6 mil pessoas, a maioria mulheres e crianças, foram assassinadas por radicais Fulani desde janeiro.

"O que está acontecendo no estado de Plateau e outros estados seletos na Nigéria é puro genocídio e deve ser interrompido imediatamente", disse a Associação Cristã da Nigéria e chefes denominacionais em Plateau State em um comunicado de imprensa  na semana passada.

Os líderes da igreja disseram que "mais de 6 mil pessoas, a maioria crianças, mulheres e idosos foram mutilados e mortos em incursões noturnas por lideres Fulani armados". Estamos levando um clamor ao governo da Nigéria "para acabar com este absurdo com tanto sangue sendo derramando na terra” e evitar um estado de completa anarquia, onde as pessoas são forçadas a se defender.

O comunicado de imprensa também pediu à comunidade internacional, bem como às Nações Unidas, para intervir nos ataques Fulani, temendo que eles possam se espalhar para outros países também.

Impunidade

"Estamos particularmente preocupados com a insegurança generalizada no país onde os ataques e assassinatos arbitrários por lideres Fulani vêm ocorrendo diariamente em nossas comunidades”. "Os crimes estão impunes, apesar de enormes investimentos nas agências de segurança", acrescentou o presidente Muhammadu Buhari, destacando que não conseguiu levar os agressores à justiça.

Eles mencionaram vários ataques em larga escala este ano, incluindo o massacre de mais de 200 pessoas, a maioria cristãs, no final de junho, em batidas realizadas pelos pastores em fazendeiros locais perto da cidade de Jos.

Embora alguns meios de comunicação internacionais tenham procurado caracterizar os assassinatos como um conflito de terras entre grupos comunitários, os líderes da igreja, juntamente com grandes grupos que acompanham a perseguição, como a Portas Abertas dos EUA e a International Christian Concern, disseram que os cristãos estão sendo deliberadamente tomados como alvos.

"O governo federal tem insistido na falsa propaganda de que tem tomado medidas para acabar com os ataques. Implantaram a política de estabelecer fazendas / colônias de gado nas terras agrícolas ancestrais das comunidades atacadas pelos fulanis como a única solução para o problema”, informou o comunicado de imprensa.

"Como pode ficar impune um grupo que está persistentemente atacando, matando e mutilando as pessoas e seus locais de culto? Como pode passar despercebido quando lideres fulanis estão caçando fazendeiros em suas próprias aldeias / comunidades e agricultores estão correndo por suas vidas?” Os líderes da igreja perguntaram.

Houve relatos diferentes sobre o número de cristãos mortos na Nigéria desde o início do ano.

"Não cometam o mesmo erro"

A Sociedade Internacional pelas Liberdades Civis e o Estado de Direito, Intersociedade, declararam  que um total combinado de 1.750 cristãos, juntamente com não-muçulmanos, foram mortos tanto pelos Fulani, como pelos radicais Boko Haram, que são um grupo terrorista. A Intersociety também alertou sobre um genocídio em sua declaração.

"A Nigéria está se deslocando para o genocídio por meio de assassinatos, mutilações, queimadas e destruição de igrejas e outros lugares sagrados de culto, além da tomada e ocupação forçadas de terras ancestrais, cultos e habitações de cristãos indígenas e outros religiosos indígenas no norte da Nigéria”, disse.

O bispo católico romano William Avenya, de Gboko, disse separadamente à instituição de caridade Aid to the Church in Need  que o mundo não pode esperar por um genocídio completo antes de decidir intervir.

"Por favor, não cometam o mesmo erro que foi cometido com o genocídio em Ruanda", ele se referiu ao massacre do povo tutsi em Ruanda, onde perto de um milhão foram mortos em 1994.

"Aconteceu debaixo de nossos narizes, mas ninguém parou. E sabemos bem como isso terminou", disse Avenya.

Fonte: The Christian Post, via mcmpovos.com

Pelo menos 86 cristãos nigerianos morreram em ataques cometidos por muçulmanos da etnia Fulani em povoados do estado de Plateau, informou neste domingo (24) a polícia.

O governador do estado, Simon Lalong, declarou um toque de recolher nas áreas afetadas pela violência a fim de impor a ordem, e fez um pedido à população para manter a calma.

“Morreram 86 pessoas, seis ficaram feridas, 50 casas foram incendiadas, 15 motocicletas e dois veículos foram queimados”, afirmou o porta-voz da polícia de Plateau, Terno Tyopev, em comunicado divulgado pela imprensa local.

O presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, também pediu calma diante dos “assassinatos profundamente infelizes” e prometeu que “não haverá descanso até que os responsáveis sejam levados à justiça”.

Os ataques, que começaram por volta da meia-noite do sábado (23) e se estenderam pela madrugada de domingo (24), foram cometidos por grupos de atiradores que portavam armas sofisticadas, inclusive fuzis de assalto, que invadiram dez localidades, declarou ao jornal “Nigerian Tribune” o parlamentar estadual Peter Ibrahim Gyendeng.

Pam Chollom, um pastor da Igreja de Cristo nas Nações (COCIN, em sua sigla em inglês), culpou os criadores de gado armados e disse que a maioria das vítimas retornava do enterro de um líder da comunidade cristã.

Esta não é a primeira vez que os muçulmanos Fulani massacram a comunidade cristã da Nigéria. Ao longo dos últimos meses, Renova Mídia vem cobrindo este genocídio pelo qual os cristãos nigerianos estão sendo obrigados a enfrentar.

Fonte: Renovamídia, com informações do BOL.


Foto Reprodução Web

Na Índia os cristãos sofrem com as medidas de retaliação do governo ao Evangelho. 

Pelo menos quatro países asiáticos aprovaram leis que proíbem a conversão de seus cidadãos.

São as chamadas “leis anticonversão”, que tratam sobre os ataques à liberdade religiosa de quatro países da Ásia. As proibições relacionam-se a termos como “força”, “indução” e “meios fraudulentos”. As leis foram apresentadas em Washington, nos EUA, pela Aliança em Defesa da Liberdade (ADF)

As leis, que ficaram mais rigorosas, têm a intenção de atrapalhar o trabalho dos missionários cristãos. Elas estão em vigor em partes da Índia e em todo o Nepal, Mianmar e Butão. Outros dois países deverão implantar as normas. São eles, Sri Lanka e uma província no Paquistão.

“Nenhuma pessoa ou grupo deveria viver com medo de ser preso, torturado ou morto por causa de suas crenças religiosas. A multiplicação de leis anticonversão no mundo comprova a crise da liberdade religiosa”, disse o indiano Balakrishnan Baskaran, consultor Jurídico da ADF.

No mês passado, o estado indiano de Uttarakhand tornou-se o oitavo a aprovar a legislação, que é oficialmente chamada de “Lei da Liberdade Religiosa” na Índia. Mas tem a pretensão de punir aqueles que facilitam conversões religiosas ao cristianismo. A lei leva uma pena de prisão de até dois anos.

Com informações de Christian Post

comunhao.com.br

 

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