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AIM South America – MIAF

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Na quinta-feira, dia 14 de março, um ciclone (chamado Idai) atingiu Moçambique, com ventos que chegaram a 177km/h, deixando um rastro de destruição, avançando rumo aos países Zimbábue e Malawi. Estradas, escolas, casas e hospitais foram danificados.
A cidade da Beira, a segunda maior cidade do país, foi uma das mais atingidas e até esse momento (19) está sem energia e comunicação.
Cidades como Chimoio, Espungabera, e Lamego onde também há presença de missionários da AIM, foram atingidas.

Conseguimos na manhã do dia 18, contato com a líder da AIM no país, e temos a confirmação de que todos os nossos missionários estão seguros.
Suas casas foram destelhadas, e muitos deles estão abrigando famílias inteiras que perderam tudo. Uma família missionária ajudou a salvar centenas de pessoas, e atualmente conta com 300 pessoas acampadas ao redor de sua casa, em busca de segurança e abrigo.

Temos relatos de que já há escassez de comida para auxiliar tantas pessoas, bem como água potável. O acesso às regiões está difícil pois não há mais estradas, e por causa da enchente não é possível pousar aviões.

Devido a essa situação a AIM acionou um fundo emergencial, e você pode fazer parte disso conosco. O Fundo de Assistência – Crise e Fome visa arrecadações para suprir necessidades básicas de alimentação e subsistência, bem como apoio na reconstrução de casas e evacuação, se necessário.

Saiba como ajudar através deste link: https://bit.ly/2FgVAPV

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A recente prisão de um proeminente pastor evangélico ressaltou o nível de perseguição contra os cristãos pelo regime comunista da China.

Ao contrário de Deng Xiaoping, que implementou reformistas importantes e tentou reduzir a influência do partido comunista na sociedade civil, o atual líder chinês Xi Jinping acredita no poder absoluto do Partido e quer que seu governo exerça controle sobre todos os aspectos da vida chinesa.

Desde que chegou ao poder em 2012, Xi reprimiu severamente os direitos humanos, a liberdade religiosa e a liberdade de expressão. Os cristãos estão enfrentando umas das piores perseguições em décadas, registra a “CBN“.

“Sob o presidente Xi, o governo reforçou ainda mais o controle sobre o cristianismo em seus amplos esforços para a religião adotar características chinesas”, disse a ONG Humans Right Watch.

A recente prisão de um proeminente pastor evangélico ressaltou o nível de perseguição contra os cristãos na China.

Em 9 de dezembro, autoridades da cidade de Chengdu, na província de Sichuan, prenderam o pastor Wang Yi, junto com sua esposa e 100 membros da Early Child Covenant Church, conforme noticiou a Renova.

Fonte: Renova Mídia

Essa época chama a atenção das autoridades muçulmanas por conta das comemorações pelo nascimento de Jesus


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Igreja Iraniana. (Foto: AP)

A pressão sobre a igreja no Irã continua crescendo. Semana passada, mais de 100 cristãos foram presos enquanto faziam preparativos para a chegada das festas natalinas. Na ocasião, tiveram seus celulares confiscados.

A maioria recebeu permissão para voltar para casa depois de algumas horas. Antes disso, porém, os detidos receberam a informação de que seriam contatados pelo serviço de inteligência do governo iraniano. De acordo com o Christian Today, os suspeitos de serem os líderes de grupos cristãos continuam presos.

Entre os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos, o Irã ocupa o 10º lugar da lista. Quando se aproxima o Natal, ocasião em que se comemora o nascimento de Jesus, os cristãos iranianos têm sua própria maneira de celebrar a data e isso chama a atenção dos governantes.

Durante os primeiros 25 dias do mês de dezembro, realiza-se um grande jejum “com o objetivo de purificar a mente, corpo e alma para receber a Cristo”. Além disso, a comunidade cristã participa de cultos e realizam festas e jantares.

Igreja continua crescendo no Irã

O aumento do número de convertidos ao cristianismo tem alarmado as autoridades do país. Por conta disso, as restrições aos cristãos também crescem. De acordo com a chefe de defesa da Portas Abertas do Reino Unido, Zoe Smith, longas sentenças de prisão foram dadas a cristãos que se recusaram a deixar o Irã após suas prisões anteriores.

“Esse aumento nas prisões é altamente preocupante. Tem sido uma tendência estabelecida pelo governo iraniano”, disse. As restrições são ainda piores para as igrejas que são assistidas por cristãos que antes seguiam o islamismo. Além disso, o governo está pedindo quantias exageradamente altas de fiança.

Muitas igrejas domésticas também foram invadidas. Diante desse cenário, há cristãos fugindo para outros países. Muitos dos que permanecem no Irã passam a praticar sua fé isoladamente. Por outro lado, há cristãos desaparecendo de suas comunidades após sair da prisão.

por Cris Beloni

Fonte: GospelPrime

Setenta anos após a Declaração Universal o que mais se vê é violência e morte em nome da religião

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Cristãos coptas em funeral. (Foto: Getty Images)

Hoje, 10 de dezembro, é celebrado o aniversário de 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em 1948, o documento mais traduzido do mundo (mais de 500 idiomas) inspirou governos a defender a dignidade do ser humano.

Mas pode-se dizer que a teoria não foi colocada em prática na maioria das nações. Embora o texto condene escravidão e tortura e defenda todo tipo de liberdade, o que mais se vê é violência e morte, principalmente em nome da religião.

Se continuarmos assim, “a questão dos direitos humanos corre o risco de ficar desacreditada em todos os sistemas internacionais”, alertou Michael Farris, presidente da ADF (Alliance Defending Freedom), uma ONG cristã que promove a liberdade religiosa.

Farris defende que é hora de “lutar incansavelmente por todos os nossos irmãos e irmãs que sofrem violações de seus direitos humanos para garantir liberdade e justiça para todos”.

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Quando terminou a Segunda Guerra Mundial, em 1945, as pessoas se perguntavam como a civilização tinha chegado a um estado tão degradante de crueldade. Para impedir que cenas como aquelas fossem repetidas no futuro é que vários governantes e pensadores criaram uma “declaração universal”.

O texto básico se resume em garantir uma série de condições para que homens e mulheres pudessem viver em harmonia, pacificamente, com dignidade, respeito e liberdade. Houve atualizações nesse texto ao longo dos setenta anos, mas seus artigos continuam os mesmos.

A “Carta Magna da Humanidade” como também é conhecida a Declaração, porém, não tem conseguido proteger as pessoas e nem garantir que elas sejam livres para adorar a Deus ou seguir os passos de Cristo, como propõe a Bíblia.

Restrições aos cristãos continuam

O que se vê pelo mundo são governos que intensificam a perseguição aos cristãos de forma cada vez mais violenta. Há cada vez menos liberdade para quem se decide pelo cristianismo.

Em 2015, sete países foram adicionados à lista das nações que cometem crimes hediondos contra as pessoas que professam uma fé diferente da que o país considera como “religião oficial”. Esses países são República Centro-Africana, Egito, Iraque, Nigéria, Paquistão, Síria e Vietnã.

No Paquistão, por exemplo, os cristãos têm sido acusados de forma abusiva e sem controle algum. Os tribunais têm seguido em frente com suas penas e execuções, muitas vezes, sem as devidas investigações em favor do réu.

Atualmente, a Coreia do Norte é a nação que mais se destaca por perseguir cristãos. Por lá as pessoas não têm seus direitos básicos garantidos. Além disso, em vários países orientais, a sharia (lei islâmica), em especial as “leis de blasfêmia” praticamente ignoram os direitos humanos.

Os governantes dessas nações violam todos os padrões internacionais com suas doutrinas religiosas, o que tem sido um abuso contra as minorias. Extremistas muçulmanos são encorajados a cometer atos de violência ainda piores que os da Segunda Guerra Mundial.

Cris Beloni

Fonte: gospelprime

John Piper compartilha um grande devocional sobre Peter Cameron Scott, o fundador da AIM – Africa Inland Mission (MIAF)

AIM

Deus tem um povo em cada grupo de pessoas no mundo. Ele os chamará através do evangelho com o poder do Criador. E eles vão crer! Que poder há nessas palavras para superar o desânimo nos lugares difíceis mundo afora!

A história de Peter Cameron Scott é uma boa ilustração. Nascido em Glasgow em 1867, Scott tornou-se o fundador da Africa Inland Mission. Mas seu começo na África não foi nada auspicioso.

Sua primeira viagem à África terminou em um grave ataque de malária que o levou para casa. Ele resolveu voltar depois de se recuperar. Este retorno foi especialmente gratificante para ele, porque desta vez seu irmão John se juntou a ele. Mas em pouco tempo, John foi atingido pela febre.

Sozinho, Pedro enterrou seu irmão em solo africano e, na agonia daqueles dias, voltou a se comprometer a pregar o evangelho na África. No entanto, sua saúde cedeu novamente e ele teve que voltar para a Inglaterra.

Como ele conseguiria sair da desolação e depressão daqueles dias? Ele havia se comprometido com Deus. Mas onde ele poderia encontrar forças para voltar à África? Com o homem era impossível!

Ele encontrou força na Abadia de Westminster. O túmulo de David Livingstone ainda está lá. Scott entrou em silêncio, encontrou o túmulo e se ajoelhou em frente a ele para orar. A inscrição diz:

HÁ OUTRAS OVELHAS QUE NÃO SÃO DESTE APRISCO; ELAS TAMBÉM EU DEVO TRAZER.

Ele se levantou com uma nova esperança. Ele voltou para a África. E hoje, mais de cem anos depois, a missão que ele fundou é uma força vibrante e crescente para o evangelho na África.

Se a sua maior alegria é experimentar a graça infinita de Deus transbordando de você para o bem dos outros, então a melhor notícia em todo o mundo é que Deus fará o impossível através de você para a salvação dos povos não alcançados.

Onde servimos
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Fonte: www.desiringgod.org

Xi Jinping toma medidas para afirmar controle sobre igrejas católicas e protestantes

Ian Johnson, The New York Times

23 Outubro 2018

PEQUIM – Ao longo dos últimos dois anos, os cerca de 60 milhões de cristãos da China têm sentido o poder de um novo e assertivo governo ávido por fazer sua fé se ajoelhar.

As autoridades demoliram centenas de igrejas protestantes, derrubando cruzes de campanários e expulsando as congregações. Católicos sofreram medidas similares, mas o governo chinês adotou uma abordagem diferente no fim de setembro, firmando um acordo diplomático qualificado por funcionários do Vaticano como uma conquista histórica: o primeiro reconhecimento formal de Pequim da autoridade do papa sobre as igrejas católicas na China.

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O papa Francisco aceitou um acordo com o Partido Comunista que poderá tornar irrelevantes as prolíficas igrejas clandestinas da China.  Foto: Giuseppe Lami/EPA, via Shutterstock

Mas, com a medida, Pequim parece ter o mesmo objetivo por trás das demolições de igrejas: maior controle sobre a veloz disseminação do cristianismo.

"Estamos em um momento decisivo", afirmou Ying Fuk-tsang, diretor da escola de estudos religiosos da Universidade Chinesa de Hong Kong. "A atual administração entende que o governo foi muito frouxo no passado, e agora pretende aumentar a pressão."

No acordo, o papa Francisco reconhece a legitimidade de sete bispos nomeados por Pequim, em troca de um poder de decisão sobre como os futuros bispos chineses serão escolhidos.

O Partido Comunista considera a concessão mútua em relação ao Vaticano como um passo na direção da eliminação de igrejas clandestinas, onde há várias gerações os católicos que se recusam a reconhecer a autoridade do partido se reúnem para rezar. Com o reconhecimento do papa a todos os bispos e membros do clero das igrejas católicas oficiais, a igreja clandestina pode perder a razão de existir.

A manobra é parte de uma iniciativa mais ampla do governo de impor sua autoridade em todos os aspectos da sociedade, em curso desde que Xi Jinping assumiu o poder como líder do partido, em 2012.

Xi tem comandado um vasto combate à corrupção, às organizações cívicas e ao jornalismo independente, mas sua abordagem em relação à religião tem sido mais seletiva.

Com muitos chineses em busca de valores e tradições em meio ao confuso e caótico período de mudanças econômicas, Xi tem encorajado o crescimento de algumas religiões, como budismo e taoismo, enquanto toma medidas para garantir que elas se mantenham leais ao partido.

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Fonte: Estadão

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