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13 de agosto a 20 de setembro 

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Vamos participar juntos desses dias de oração e de busca por mais de Deus!

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Diáspora

TITULO

“Estima-se que 140 milhões de africanos vivem fora do continente africano”

Trazer as boas novas de Jesus para os africanos mais difíceis de alcançar nem sempre significa mudar para a África.

Hoje, milhões de africanos vivem fora da África: na América do Norte, Europa e em todo o mundo – eles são classificados como “diáspora africana”. Há grupos de sudaneses em Nebraska, marroquinos na Holanda, congoleses, ganenses, angolanos e senegaleses no Brasil. Atingir essas populações e outras semelhantes é chamado de ministério da diáspora.

O chamado original de Deus na MIAF (AIM South America) era ir para ao "Interior" da África não alcançada; aqueles que ainda não ouviram sobre o evangelho salvífico de Cristo. Muitos desses grupos de pessoas permanecem não alcançados porque são de difícil acesso; por causa de sua localização geográfica ou cada vez mais, porque a adesão ao Islamismo significa que o trabalho missionário tradicional não é possível em seus países. Mas agora, as muitas dessas pessoas estão chegando até nós.

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Fonte: www.miaf.org.br

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Nos dias 23 a 28 de julho – às 20h acontecerá aqui na Família Vila a Conferência Vivendo o Reino – Um Chamado para a Transformação.

Serão noites com mensagens e testemunhos de pessoas que vivem na prática o chamado de Deus para transformar a realidade das pessoas que estão ao redor, fazendo assim o nome de Jesus conhecido através do evangelismo, do cuidado, do acolhimento, do discipulado, usando diversas estratégias e ferramentas como a criação de projetos e movimentos sociais, tecnologia, internet, redes sociais e principalmente articulações de relacionamentos entre as pessoas.

No sábado à tarde teremos também as Oficinas de Transformação Social que tem como objetivo mostrar como todos nós podemos nos envolver com as pessoas da cidade para servi-las em amor, transformando suas realidades através do amor de Deus que nos move.

As Oficinas acontecerão das 15h às 16h30 e das 16h30 às 18h00 com os temas abaixo:

  • Steiger | Alcançando a Juventude Global Secularizada
  • 27 Milion | Um Caminho para Liberdade
  • A Rocha Brasil | Crise humanitária e Conservação Ambiental
  • Compassiva | Compaixão que Transforma.
  • SP Invisível | A humanização das pessoas através de suas histórias.
  • Adeveb | Missão com Deficientes Visuais– O que é que você vê?
  • Cada participante poderá escolher até 2 oficinas para participar. Para se inscrever, acesse: encurtador.com.br/DJLMU

*Para as noites não é necessário se inscrever.
A participação nas noites da conferência e nas oficinas é gratuita, mas incentivamos você a trazer em cada noite da conferência um kg de alimento não perecível que será destinado para a Missão Cena que atua na região da Cracolândia e atende as pessoas em situação de vulnerabilidade que se encontram naquela região. Você pode trazer: Arroz, Feijão, Farinha de Trigo, Açúcar ou Café.

A Igreja Perseguida

Perseguição: qualquer hostilidade experimentada como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso pode incluir atitudes hostis, palavras e ações contra cristãos

A cada ano, a perseguição aos cristãos se intensifica no âmbito global. O número de cristãos com medo de ir à igreja ou que já não têm uma igreja aonde ir tem aumentado, bem como daqueles que têm de escolher entre permanecer fiel a Deus ou manter seus filhos seguros. Ou das vítimas da violência extrema que perdem familiares, casa, bens e liberdade por compartilhar a mesma crença de muitos aqui no Brasil: a fé em Jesus Cristo.

Em sua compreensão clássica, a perseguição religiosa é realizada ou respaldada pelo Estado. A realidade, porém, mostra que isso não é geralmente o que acontece. Nos dias de hoje, o papel de agentes não estatais é cada vez mais visível – um exemplo disso são os grupos extremistas, tais como Estado Islâmico, Boko Haram e Al-Shabaab.

Outros atores sociais também podem ser mencionados: agentes da sociedade civil, líderes de grupos étnicos, líderes religiosos não cristãos, líderes eclesiásticos, movimentos radicais, cidadãos comuns formando motins, os próprios familiares, partidos políticos, revolucionários, grupos paramilitares, cartéis ou redes de crime organizado ou organizações multilaterais.

Não há uma definição universalmente aceita acerca da perseguição. Cortes, legisladores e estudiosos abordaram o conceito sob diferentes perspectivas. A Convenção das Nações Unidas sobre o Estatuto dos Refugiados, adotada em 1951, não define a perseguição. Entretanto, alguns tentaram estabelecer um padrão elevado para determinar se uma situação pode ser tida como perseguição ou não, como o 3º Circuito da Corte de Apelos dos Estados Unidos e a Comissão Preparatória para a Corte Criminal Internacional.

A Lista Mundial da Perseguição, relatório anual que respalda o trabalho da Portas Abertas, no entanto,define perseguição religiosa como “qualquer hostilidade experimentada como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso pode incluir atitudes hostis, palavras e ações contra cristãos”.

O motivo de a jurisdição internacional colocar um padrão tão elevado é clara: se o nível não for alto, isso pode levar a uma situação em que a comunidade internacional tem de enfrentar sérios desafios em prover proteção a muitas pessoas que reivindicam a condição de “perseguição”. Esse medo da comunidade internacional tem o lado negativo de subestimar a variada dimensão da perseguição, especialmente a contínua pressão que cristãos (e outras minorias) enfrentam em suas diferentes esferas da vida.

A metodologia da Lista Mundial da Perseguição tem a intenção de rastrear, documentar, analisar e divulgar esses desafios que cristãos enfrentam em suas vidas diárias.

Essa perseguição, segundo Finke e Grim ¹, segue um ciclo de evolução, em que grupos sociais e governo estão continuamente fortalecendo um ao outro contra as minorias religiosas. O ciclo em geral se origina com um grupo social específico em um país que representa uma religião ou ideologia na tentativa de manipular o governo. A partir daí, a perseguição começa a se enraizar e desenvolver.

Segundo a Lista Mundial da Perseguição, os seis estágios da maior parte das fontes de perseguição são:

1. Um grupo social pequeno que representa uma religião ou ideologia específicas espalha suas ideias às custas de outro(s) grupo(s). Muitas vezes, um vácuo social ou político apresenta um excelente terreno fértil para tais ideias.

2. Movimentos fanáticos crescem a partir desse grupo inicial ou se reúnem em torno dele para exercer pressão sobre a sociedade e o governo por meio de estratégias de mídia e/ou de ataques físicos a membros de outros grupos.

3. A violência perturba a sociedade, mas os governos e as forças de segurança deixam movimentos fanáticos impunes enquanto culpa outros grupos por serem a causa da agitação social simplesmente por existir.

4. Ação de movimentos radicais é reforçada e atrai mais e mais adeptos. Isso resulta em uma maior pressão sobre o governo para que colabore com sua agenda e também a mais pressão e/ou violência contra outros grupos. Por vezes, cidadãos se unirão por medo, em vez de por convicção.

5. Por fim, sociedade e governo pressionam membros de outros grupos até o ponto de quase sufocá-los. Isso se estende a todas as esferas da vida e da sociedade.

6. O ambiente cultural todo é tomado pela agenda do grupo social altamente “encarregado” que representa uma religião ou ideologia específica (ponto 1), e a visão de mundo que está intrisecamente ligada a essa agenda torna-se a principal fonte cultural.

O intervalo de tempo em que as fontes de perseguição levam a se desenvolver dos estágios 1 a 6 pode variar dependendo do contexto do país e do tipo de perseguição. Esse processo também pode ser contínuo ou descontínuo, claramente visível ou menos visível, como mostra a história da perseguição.


¹GRIM, Brian J.; FINKE, Roger. The Price of Freedom Denied: Religious Persecution and Conflict in the Twenty-First Century. Cambridge University Press, 2010, p. 68. O preço da liberdade negada: perseguição religiosa e conflito no século 21, em tradução livre.

Fonte: www.portasabertas.org.br

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clip_image002(Arquivo) Cristã copta lamenta vítimas mortas em ataque, em cerimônia em igreja na província de Minya, no Egito, em 3 de novembro de 2018 – AFP/Arquivos

As perseguições contra cristãos aumentaram em 2018 no mundo pelo sexto ano consecutivo, de acordo com a ONG Portas Abertas, que publicou em janeiro o seu índice anual.

Esta organização protestante analisa a situação dos cristãos que são vítimas de opressão, discriminação e até assassinatos em 50 países do mundo.

No total, 245 milhões de cristãos – católicos, ortodoxos, protestantes, batistas, evangélicos, pentecostais, cristãos expatriados, convertidos – são perseguidos, o que equivale a “um a cada nove cristãos”, em comparação com um em cada doze no ano passado, de acordo com a organização.

O número de cristãos mortos aumentou de 3.066 para 4.305 entre novembro de 2017 e outubro de 2018, um aumento de 40%.

“O índice revela uma perseguição contra as minorias cristãs que aumenta ano após ano”, escreve Michel Varton, diretor da Portas Abertas, neste relatório.

“O que chama a atenção é que a África se tornou o centro da violência contra os cristãos”, com 4.165 mortes. “Apenas a Nigéria registrou 3.731 assassinato, contra 2.000 em 2017”, informou à AFP.

Este país enfrenta uma dupla ameaça, a representada pelo grupo extremista islâmico Boko Haram, que é “cada vez mais violento”, e a dos “pecuaristas peuls, que descem ao sul do país e atacam sistematicamente aldeias cristãs”.

No entanto, é a Coreia do Norte que mais uma vez lidera este ranking anual. Mas o número de mortes neste país é desconhecido devido à falta de “dados confiáveis”.

A ONG diz que “dezenas de milhares de cristãos estão presos em campos de trabalhos forçados”.

A organização também alerta sobre a situação no México, onde “organizações criminosas e cartéis de drogas atacam os cristãos porque consideram as igrejas como fontes de renda”, enquanto na Colômbia, segundo essa organização, “grupos criminosos ameaçam os cristãos que se opõem à sua autoridade e muitas vezes os forçam a pagar um imposto pela sua proteção “.

O Afeganistão, a Somália, a Líbia, o Paquistão, o Sudão, a Eritreia, o Iêmen, o Irã, a Índia e a Síria, estão na lista de países onde ocorre “extrema perseguição” de cristãos.

A ONG considera que “o extremismo islâmico é um fator importante na perseguição de cristãos em 38 dos 50 países do índice”, especialmente na África, Oriente Médio e Ásia.

Em um ano, “o número de igrejas atacadas, danificadas ou incendiadas (…) quase duplicou, passando de 793 para 1.847”, enquanto “o número de cristãos detidos aumentou de 1.905 para 3.150” no mesmo período.

Fonte: IstoÉ

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