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Situação dos cristãos de hoje é a pior da história, aponta novo relatório

Relatório comprova que ONU ignora situação dos cristãos perseguidos

por Jarbas Aragão

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O relatório “Perseguidos e Esquecidos”, encomendado pela organização Auxílio à Igreja Necessitada (ACN), indica que o cristianismo está a ponto de ser exterminado em certos países.

O co-autor do estudo, John Pontifex, afirmou: “Nós temos uma bomba relógio aqui, onde os cristãos em certas partes do mundo não têm muito tempo para que sua situação seja resolvida.”

Ele cita como exemplo o Iraque, onde havia 1,2 milhão de cristãos há 15 anos e atualmente são menos de 200 mil. Ao mesmo tempo, na Síria restam apenas 25% dos cristãos em comparação ao início da guerra, em 2011.

“Se essa taxa de declínio continuar, vamos ver o fim do cristianismo em certas áreas num futuro próximo”, indica, referindo-se ao Oriente Médio e norte da África em especial. Destaca ainda que não há diferença na maneira como evangélicos, católicos e ortodoxos são tratados, a perseguição atinge a todos na mesma intensidade.

O estudo foi apoiado pelo arcebispo Issam John Darwish, bispo do Líbano, um dos quatro palestrantes convidados para o evento de lançamento do documento na Câmara dos Lordes, em Londres. Ele fez um relato pessoal sobre a perseguição cristã em seu país.

O bispo disse aos participantes do evento que o número de cristãos no Oriente Médio está em declínio porque muitos continuam fugindo da guerra na região.

O relatório revelou ainda que a intensidade da perseguição contra os cristãos na China, Egito, Eritreia, Índia, Irã, Iraque, Nigéria, Coréia do Norte, Paquistão, Sudão, Síria e Turquia piorou consideravelmente entre 2015 e 2017. A Arábia Saudita foi o único país onde a perseguição permaneceu inalterada.

O material destaca que o mundo está em uma encruzilhada na questão da perseguição e é vital compartilhar a situação vivida pelos cristãos, especialmente nos países em que são minoria.

Como é sabido, grupos como o Estado Islâmico e o Boko Haram são os maiores responsáveis pelos ataques organizados, mas existem muitos outros lugares em que é o próprio governo que promove a repressão.

Os autores do estudo acusam a comunidade internacional de não responder adequadamente à violência, afirmando: “Os governos do Ocidente e a ONU não ofereceram aos cristãos em países como o Iraque e a Síria, a ajuda emergencial que eles precisavam quando o genocídio começou. Se as organizações cristãs e outras instituições de direitos humanos não tivessem intervindo, a presença cristã já poderia ter desaparecido em partes do Oriente Médio”.

A conclusão do estudo é: “Em um momento histórico onde no Ocidente o foco da mídia está nos direitos das pessoas, independentemente de etnia ou sexo, é irônico que, na maior parte dos órgãos de comunicação, haja uma cobertura limitada da perseguição religiosa constante vivida por tantas pessoas”. Com informações Premier

https://noticias.gospelprime.com.br

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Mali
Mesmo diante de ataques e ameaças a cristãos, governo não faz nada para deter jihadistas

Igrejas e capelas foram recentemente atacadas por jihadistas no centro do país. Eles saquearam igrejas nas cidades de Dobara e Bodwal na última semana de setembro, de acordo com a Agência France Press de notícias.

No ataque mais recente em Dobara, a 800 km ao norte da capital Bamako, homens armados arrombaram a porta da igreja. Em seguida, removeram o crucifixo e outros utensílios do templo, levaram tudo para a frente da igreja e atearam fogo.

De acordo com a reportagem, houve vários outros ataques a igrejas em setembro, também à vista dos fiéis. Em Bodwal, por exemplo, cristãos foram abordados dentro de seu local de reunião por homens armados que gritavam: “Nós vamos matá-los se vocês continuarem orando na igreja”.

A liderança da igreja no país expressou preocupação com o fato de que nenhuma medida tenha sido tomada para proteger as igrejas após esses ataques. Um dos líderes, Edmond Dembélé, diz: “A segurança diminuiu drasticamente nos últimos meses no centro do Mali, onde grupos islâmicos armados são incontroláveis”.

Ele também cita um relatório da organização não-governamental Observatório dos Direitos Humanos, que diz que esses grupos têm promovido “execuções sumárias de civis e soldados do exército, destruição de escolas e recrutamento forçado de crianças”.

Oremos pela intervenção de Deus nessa situação e pela paz no Mali.

Missão Portas Abertas

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Começa nesta 5a. feira – 17 de agosto – nossa Campanha de 37 Dias de Jejum e Oração.

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sexta-feira

Se o cristianismo é verdadeiro, então por que nem todos os cristãos são necessariamente mais agradáveis do que os não-cristãos?

O que está por trás dessa questão é em parte razoável e em parte inadmissível. A parte razoável é esta: se a conversão ao cristianismo não representa nenhum aperfeiçoamento nas ações do ser humano — se ele continuar sendo tão metido, rancoroso e vingativo; tão corroído pela inveja ou ambicioso quanto era antes — então poderemos suspeitar que a sua “conversão” foi totalmente imaginária.

Depois da nossa conversão inicial, toda vez que achamos que fizemos algum avanço, esse é o teste que devemos fazer. Sentimentos nobres, novos insights, um interesse maior pela “religião” podem não significar nada, a menos que isso realmente melhore o nosso comportamento. O mesmo acontece quando ficamos doentes. “Sentir-se melhor” pode não significar nada, se o termômetro indicar que a nossa temperatura continua subindo.

Nesse sentido, o mundo secular até está certo em julgar o cristianismo por seus resultados. Uma árvore é conhecida pelos seus frutos; a melhor prova da qualidade de um pudim é seu gosto.

Quando nós, cristãos, nos comportamos mal, ou deixamos de nos comportar como deveríamos, tornamos o cristianismo desacreditado para o mundo lá fora. Os cartazes dos tempos de guerra diziam que conversa fiada pode custar vidas. A recíproca é verdadeira: “vidas fiadas” dão o que falar.

Se levarmos nossas vidas sem responsabilidade, as pessoas de fora começarão a falar; e nós teremos lhes dado bons motivos para duvidar do próprio cristianismo.

Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.

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O Sertão Brasileiro é um grande desafio.

Os maiores índices de pobreza, miséria, doenças, abandono social e espiritual estão aqui. Estamos no Sertão do Piauí, um lugar apaixonante por ser uma terra de gente forte, esperançosa e alegre …

A Igreja Cristã da Família em Curimatá tem uma estrutura bem organizada e sólida. Os membros da igreja estão espalhados por diversas funções importantes da cidade. Pensando nisso desenvolvemos o “Lidere”, um curso de liderança e influência para a cidade. Estamos ainda no primeiro módulo e mais de 30 pessoas de diversos setores estão envolvidos. Além disso participamos das reuniões comuns e desenvolvemos cultos na comunidade do Baio.

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PROJETO FORA DA CAIXA

O Projeto Fora da Caixa já realizou 3 edições, envolveu mais de 70 voluntários, investiu mais de 50 mil reais em atendimentos para mais de 500 moradores de Curimatá. Entre os atendimentos já tivemos:
– Ceia de Natal nas comunidades
– Atendimento Médico/odontológico
– Capacitação com agentes de saúde certificado pela USP
– Construção de Parquinhos
– Reformas de escolas e creches
– Chá de bebê comunitário para Gestantes adolescentes
– Reforma da Praça Central -Iluminação de Natal na Praça.

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PROJETO PACE – ÁGUA CIDADANIA ENSINO

É a ONG Gerenciada pelos Prs Salvador e Gesilda onde somos VOLUNTÁRIOS em diversas áreas.

O Principal Projeto do PACE é o CCA- Centro para Crianças e Adolescentes- Construindo Sonhos- Que atende 160 crianças com diversas oficinas.

A Fernanda Mansano, coordena quinzenalmente o Programa de Cuidado Integral a Gestantes Adolescentes.
Os voluntários Paulo e Mychelle Romero atuam na área do esporte.
As aulas acontecem duas vezes por semana, o Paulo cuida de 20 alunos no futebol, e a Mychelle 15 crianças na natação.
O Saulo Augusto coordena o Advocacy do PACE nas politicas de proteção à infância e auxilia na captação de recursos e parceiros.

NOVOS DESAFIOS

A Prefeitura de Julio Borges fechou um convênio com a UNESCO e nos convidou para desenvolvermos uma parceria e implantarmos os projetos de imediato no município, precisaremos de mais voluntários.

Estamos prestes a inaugurar o Bola Brasil Sertão, escolinha de futebol do nosso amigo Elmo que atua na Alemanha e Espanha. Nosso propósito é expandir até Julio Borges, Corrente e Bom Jesus.

Estamos em fase de projeto para dois em empreendimentos sociais relevantes para a cidade e para nossa manutenção na cidade, um na área de confecção e outro na área de agroecologia. Acreditamos que negócios locais serão necessários para a manutenção de missionários em suas profissões nessa região.

Breve iniciaremos as reuniões na cidade de Bom Jesus, cerca de 120 km aqui de Curimatá. Estamos buscando parcerias com nossas igrejas da região para implantarmos uma igreja forte e relevante na região.

Eu e a Fê seremos Papais!!
Ore por nós para que tudo ocorra bem e que possamos gerar muitos missionários!!

Saulo Augusto e Fernanda Mansano
Missionários no Sertão do Piauí
Email: sauloaugusto.jr@gmail.com
Facebook: Facebook-Fora-da-Caixa

Zanone Fraissat/Folhapress
CRISTOLANDIA
Culto realizado pela Missão Batista Cristolândia para moradores e usuários de crack do centro de SP

Em meio à feira livre de drogas que existe na nova cracolândia de São Paulo, na praça Princesa Isabel, no centro, um missionário vestindo um hábito marrom corta o cabelo de um usuário de crack sentado à sua frente.

Este tipo de cena, frequente na cracolândia, mostra que grupos religiosos têm conseguido chegar onde o Estado muitas vezes não pisa.

Em um momento em que usuários de crack se julgam traídos pelo poder público após a ação policial na área no dia 21 de maio, e agentes de saúde municipais e estaduais tentam refazer vínculos com eles, é aos religiosos que muitos preferem recorrer.

Mais de uma dezena de grupos missionários, de vertentes que vão da Igreja Católica a evangélicas batistas e neopentecostais, fazem há vários anos um trabalho permanente dentro dos limites da cracolândia, em que a evangelização e a assistência social caminham juntos.

Era perto da meia-noite da última terça-feira (30) quando a irmã Bruna Mariana Costa, 27, do grupo católico Aliança de Misericórdia, batia papo com viciados na praça Princesa Isabel.

Um homem de 39 anos, 30 deles usando drogas, se aproximou pedindo ajuda.

Após uma conversa de 50 minutos, ficou combinado que iriam buscá-lo no dia seguinte. “De manhã, fomos até a maloca onde ele disse que costuma ficar, e ele estava lá sentado esperando.”

O homem ficará, primeiro, em uma casa de triagem na cidade de Rio das Pedras, no interior do Estado. Depois deverá seguir o tratamento em alguma outra casa ligada à Aliança de Misericórdia.

“Não vou para a rua para tirar eles da rua. Eu vou para estar com eles. A consequência pode ser esse pedido de ajuda”, diz Bruna, há dois anos morando numa casa a menos de um quilômetro da cracolândia, com outras irmãs celibatárias.

O padre Júlio Lancelotti, da pastoral do Povo de Rua, diz que doações de comida, roupas ou um corte de cabelo são sinais que ajudam na aproximação. “É como se você dissesse: ‘você é importante para mim’. Como servir alguma coisa para uma visita que vai à sua casa”, afirma.

Com os agentes sociais e de saúde, afirma o padre, a relação é menos natural. “Eles vão todos uniformizados, defendidos pela prancheta. Quando se sentem ameaçados chamam a GCM”, afirma.

PROXIMIDADE

Além da Aliança de Misericórdia, há outras vertentes católicas que atuam na região prestando assistência aos dependentes: a Fraternidade do Caminho, Missão Eucarística dos Pobres e a Missão Belém –o maior dos grupos, que tem milhares de vagas para o acolhimento.

Em comum entre os grupos católicos e evangélicos está a prática de vivenciar a pobreza, que inclui às vezes até passar noites dormindo na calçada. Entre os missionários, há gente que passou pelas drogas e viveu na rua.

“A gente sabe o que eles sentem. Muitos de nós também já passaram por essa situação. Eu morei nas ruas, e também sei o caminho para sair delas”, diz o missionário Marcelo Machado, 31, da Missão Batista Cristolândia.

Em imóvel próximo de onde funcionava a feira de drogas, a entidade cristã dá assistência a mais de 300 pessoas por dia, que buscam roupas, comida ou um lugar para tomar banho.

Diariamente, é servido um almoço para os usuários que costumam frequentar o culto religioso ao meio-dia. Mas, a qualquer hora do dia ou da noite, há gente estendida na calçada em frente à igreja com cobertores.

Machado diz que o “maior objetivo é pregar o evangelho”, mas que a ação social pode ser o melhor meio para isso. Neste trabalho na cracolândia, é natural que as diferentes religiões esqueçam as diferenças e atuem colaborando umas com as outras.

SEM POLARIZAÇÃO

Os missionários também passam longe da polarização que existe nas redes sociais entre quem é a favor do conceito de redução de danos e de abstinência completa.

Para eles, tudo depende do que os usuários de drogas estão precisando no momento.

Entidades costumam encaminhar os viciados para comunidades terapêuticas e clínicas que exigem a abstinência, incluindo as conveniadas com o governo estadual, mas também afirmam atuar para melhorar a qualidade de vida dos que ainda não se julgam prontos para deixar a cracolândia de vez.

“Às vezes, querem ir para uma comunidade terapêutica. Às vezes, querem ir para casa que fica em outro Estado. Ou então almoçar ou apenas fazer uma ligação para a família”, afirma Nildes Nery, 54, pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular.

Há 16 anos trabalhando na cracolândia, ela é conhecida por todos ali, onde também desenvolve o trabalho de sua ONG, que dá assistência aos viciados, a Ação Retorno.

O trabalho se fundiu a tal ponto com sua vida pessoal que atualmente a pastora mora na alameda Dino Bueno, onde funcionava o fluxo da cracolândia original.

“Não é fácil estar aqui, mas quando você cria vínculo e passa a cuidar deles, é porque tem um chamado específico por esse público, de amor incondicional ao próximo”, afirma Nildes.

Artur Rodrigues
Folha de S Paulo

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Nesta semana, nos dias 09 e 10 de junho, teremos aqui na Família Vila Mariana uma Conferência Missionária especial! 
Na sexta-feira, dia 09, receberemos o Luiz Mattos da Missão Portas Abertas.
No dia 10, às 14h, teremos o Pr. Evandro que faz parte da Comissão Geral de Missões da Igreja Cristã da Família. Às 20h, o pessoal do Cenam – Betel Brasileiro fará um culto especial de encerramento!

Como parte da nossa Conferência Missionária, no intervalo entre as palestras do sábado, apoiaremos a realização da Feira de Oportunidades para Refugiados, que está sendo organizada pela Joanna da Bab Sharki.

Teremos aqui cabelereiros, professores de árabe, francês e química, barracas de produtos típicos do oriente médio e comidas especiais!

Você está convidado a participar da feira e também a ser um voluntário. Para se voluntariar, acesse este link e se cadastre: https://goo.gl/forms/khzwBUFYU4Wex7La2

Para saber mais sobre a Bab Sharki, acesse: https://www.facebook.com/babsharki.br/videos/1402322046523155/

 

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