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As crianças foram encontradas por um grupo de vigilantes próximo à fronteira com a Nigéria

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As vítimas do sequestro do grupo extremista eram de Moskota, no extremo norte de Camarões. Uma fonte local relatou à Portas Abertas que os irmãos, com idade entre três e quinze anos, foram sequestrados em 17 de agosto e levados à Nigéria, onde estiveram confinados sob cuidado de uma mulher.

As crianças conseguiram escapar quando a mulher adormeceu mais cedo certa noite. Usando a luz do luar, elas foram capazes de encontrar uma trilha que as levou a uma área próxima a sua casa. Ao amanhecer, chegaram a Mayo, um pequeno riacho seco na fronteira, onde os vigilantes as encontraram. Elas foram levadas para a sede militar de Mora para investigações e, depois, a um centro de saúde para realizarem um check-up médico. Ainda não se sabe se as crianças estão novamente nos braços de sua mãe.

Os irmãos foram sequestrados de sua aldeia em Moskota durante uma invasão do grupo Boko Haram pela noite. Na ocasião, o pai Adamu Nguda foi morto e a mãe foi deixada em total estado de choque. Nguda era presbítero na igreja em Mouldougwa antes de a família ser deslocada e ter de se mudar para Moskota.

O Boko Haram, originário da Nigéria, começou a atacar a fronteira no extremo norte de Camarões em 2013. A violência piorou depois que o presidente camaronês Paul Biya prometeu, em maio de 2014, “declarar guerra” ao grupo. Em resposta, os jihadistas iniciaram uma ofensiva a pontos do exército e vários outros locais, causando grandes danos à população local, especialmente às igrejas.

Em 2015, o grupo iniciou ataques suicidas – metade dos quais realizados por crianças – que tiraram a vida de muitos civis e feriram muitos outros.

De acordo com a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para refugiados, a rebelião do Boko Haram levou mais de 170 pessoas mil do norte do país a fugir de suas casas, enquanto a área recebeu pelo menos 73 mil refugiados nigerianos escapando dos ataques dos jihadistas em seu país, embora muitos deles tenham começado a retornar para a Nigéria desde o ano passado. Um grande número desses deslocados são cristãos.

O Boko Haram tem usado crianças como terroristas suicidas. A UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), diz que o grupo enviou quatro vezes mais crianças neste ano no nordeste da Nigéria do que em todo o ano de 2016. A organização diz que está "extremamente preocupada com o aumento do uso de crianças, especialmente meninas, como ‘bombas humanas’ no nordeste da Nigéria. Isso é uma atrocidade".

Pedidos de oração

  • Ore pelas crianças que são recrutadas para as atividades do Boko Haram. Que Deus as alcance com sua misericórdia e proteção.
  • Peça ao Senhor sabedoria e discernimento para toda autoridade e grupo que luta contra essa violência.
  • Interceda pela igreja nigeriana, que se mantenha firme mesmo em meio a tantas notícias difíceis.

Fonte: Missão Portas Abertas

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Muitas igrejas foram demolidas, o número de Bíblias ainda é insuficiente para todos os cristãos e o comunismo continua a ser uma barreira para quem quer evangelizar

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O leste de Cuba continua sofrendo com as consequências do Furacão Matthew. A Portas Abertas tem providenciado ajuda humanitária, mas parece que o governo cubano está tentando impedir que as igrejas se envolvam nesses trabalhos humanitários nas comunidades.

No ano de 2016, muitas igrejas foram demolidas, o número de Bíblias ainda foi insuficiente para todos os cristãos, o comunismo continua a ser uma barreira para quem quer evangelizar e a maioria dos líderes cristãos passam por sérias dificuldades financeiras, são ameaçados e ainda correm outros riscos.

Mas eles afirmam que aprenderam a viver dentro das “limitações”, tanto econômicas e políticas quanto religiosas. “Sabemos cuidar do pouco que temos e também vivemos bem se esse pouco nos for tirado. Quando um cubano se converte a Cristo, ele é lapidado. Aprendemos a ter um relacionamento pessoal com Jesus e a obedecer aos seus mandamentos. Também aprendemos a perdoar e a amar os nossos inimigos. Hoje, vivemos através da nossa fé”, conclui um cristão cubano perseguido que não foi identificado por motivos de segurança.

  • Ore pelos líderes cubanos que estão comprometidos com suas comunidades, para que o Senhor lhes dê segurança e sabedoria ao lidar com tantos problemas.
  • Interceda pelos cristãos cubanos perseguidos, para que sejam vencedores em todas as áreas de suas vidas.
  • Ore também pelos perseguidores, para que sejam impactados pelo amor de Cristo e tenham suas vidas transformadas.

www.portasabertas.org.br

Situação dos cristãos de hoje é a pior da história, aponta novo relatório

Relatório comprova que ONU ignora situação dos cristãos perseguidos

por Jarbas Aragão

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O relatório “Perseguidos e Esquecidos”, encomendado pela organização Auxílio à Igreja Necessitada (ACN), indica que o cristianismo está a ponto de ser exterminado em certos países.

O co-autor do estudo, John Pontifex, afirmou: “Nós temos uma bomba relógio aqui, onde os cristãos em certas partes do mundo não têm muito tempo para que sua situação seja resolvida.”

Ele cita como exemplo o Iraque, onde havia 1,2 milhão de cristãos há 15 anos e atualmente são menos de 200 mil. Ao mesmo tempo, na Síria restam apenas 25% dos cristãos em comparação ao início da guerra, em 2011.

“Se essa taxa de declínio continuar, vamos ver o fim do cristianismo em certas áreas num futuro próximo”, indica, referindo-se ao Oriente Médio e norte da África em especial. Destaca ainda que não há diferença na maneira como evangélicos, católicos e ortodoxos são tratados, a perseguição atinge a todos na mesma intensidade.

O estudo foi apoiado pelo arcebispo Issam John Darwish, bispo do Líbano, um dos quatro palestrantes convidados para o evento de lançamento do documento na Câmara dos Lordes, em Londres. Ele fez um relato pessoal sobre a perseguição cristã em seu país.

O bispo disse aos participantes do evento que o número de cristãos no Oriente Médio está em declínio porque muitos continuam fugindo da guerra na região.

O relatório revelou ainda que a intensidade da perseguição contra os cristãos na China, Egito, Eritreia, Índia, Irã, Iraque, Nigéria, Coréia do Norte, Paquistão, Sudão, Síria e Turquia piorou consideravelmente entre 2015 e 2017. A Arábia Saudita foi o único país onde a perseguição permaneceu inalterada.

O material destaca que o mundo está em uma encruzilhada na questão da perseguição e é vital compartilhar a situação vivida pelos cristãos, especialmente nos países em que são minoria.

Como é sabido, grupos como o Estado Islâmico e o Boko Haram são os maiores responsáveis pelos ataques organizados, mas existem muitos outros lugares em que é o próprio governo que promove a repressão.

Os autores do estudo acusam a comunidade internacional de não responder adequadamente à violência, afirmando: “Os governos do Ocidente e a ONU não ofereceram aos cristãos em países como o Iraque e a Síria, a ajuda emergencial que eles precisavam quando o genocídio começou. Se as organizações cristãs e outras instituições de direitos humanos não tivessem intervindo, a presença cristã já poderia ter desaparecido em partes do Oriente Médio”.

A conclusão do estudo é: “Em um momento histórico onde no Ocidente o foco da mídia está nos direitos das pessoas, independentemente de etnia ou sexo, é irônico que, na maior parte dos órgãos de comunicação, haja uma cobertura limitada da perseguição religiosa constante vivida por tantas pessoas”. Com informações Premier

https://noticias.gospelprime.com.br

Mali
Mesmo diante de ataques e ameaças a cristãos, governo não faz nada para deter jihadistas

Igrejas e capelas foram recentemente atacadas por jihadistas no centro do país. Eles saquearam igrejas nas cidades de Dobara e Bodwal na última semana de setembro, de acordo com a Agência France Press de notícias.

No ataque mais recente em Dobara, a 800 km ao norte da capital Bamako, homens armados arrombaram a porta da igreja. Em seguida, removeram o crucifixo e outros utensílios do templo, levaram tudo para a frente da igreja e atearam fogo.

De acordo com a reportagem, houve vários outros ataques a igrejas em setembro, também à vista dos fiéis. Em Bodwal, por exemplo, cristãos foram abordados dentro de seu local de reunião por homens armados que gritavam: “Nós vamos matá-los se vocês continuarem orando na igreja”.

A liderança da igreja no país expressou preocupação com o fato de que nenhuma medida tenha sido tomada para proteger as igrejas após esses ataques. Um dos líderes, Edmond Dembélé, diz: “A segurança diminuiu drasticamente nos últimos meses no centro do Mali, onde grupos islâmicos armados são incontroláveis”.

Ele também cita um relatório da organização não-governamental Observatório dos Direitos Humanos, que diz que esses grupos têm promovido “execuções sumárias de civis e soldados do exército, destruição de escolas e recrutamento forçado de crianças”.

Oremos pela intervenção de Deus nessa situação e pela paz no Mali.

Missão Portas Abertas

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sexta-feira

Se o cristianismo é verdadeiro, então por que nem todos os cristãos são necessariamente mais agradáveis do que os não-cristãos?

O que está por trás dessa questão é em parte razoável e em parte inadmissível. A parte razoável é esta: se a conversão ao cristianismo não representa nenhum aperfeiçoamento nas ações do ser humano — se ele continuar sendo tão metido, rancoroso e vingativo; tão corroído pela inveja ou ambicioso quanto era antes — então poderemos suspeitar que a sua “conversão” foi totalmente imaginária.

Depois da nossa conversão inicial, toda vez que achamos que fizemos algum avanço, esse é o teste que devemos fazer. Sentimentos nobres, novos insights, um interesse maior pela “religião” podem não significar nada, a menos que isso realmente melhore o nosso comportamento. O mesmo acontece quando ficamos doentes. “Sentir-se melhor” pode não significar nada, se o termômetro indicar que a nossa temperatura continua subindo.

Nesse sentido, o mundo secular até está certo em julgar o cristianismo por seus resultados. Uma árvore é conhecida pelos seus frutos; a melhor prova da qualidade de um pudim é seu gosto.

Quando nós, cristãos, nos comportamos mal, ou deixamos de nos comportar como deveríamos, tornamos o cristianismo desacreditado para o mundo lá fora. Os cartazes dos tempos de guerra diziam que conversa fiada pode custar vidas. A recíproca é verdadeira: “vidas fiadas” dão o que falar.

Se levarmos nossas vidas sem responsabilidade, as pessoas de fora começarão a falar; e nós teremos lhes dado bons motivos para duvidar do próprio cristianismo.

Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.

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