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Archive for dezembro \18\UTC 2017

A União Internacional Ética e Humanista (IHEU, da sigla em inglês) publicou, em 5 de dezembro, o Relatório de Liberdade de Pensamento de 2017. O documento revelou padrões de regressão numa escala global.

O relatório mede os países contra uma lista de sessenta fatores, em cinco níveis de gravidade. A edição de 2017 registra que pelo menos 30 países alcançaram o mais alto nível de gravidade, com violações graves, o que inclui fatores como a proibição da conversão a uma religião específica, sendo punível até com a morte.

Mais de 55 países atingiram o próximo nível de gravidade, com discriminação severa. Isso inclui condições como restrição da crítica à religião, sendo punível com prisão. No total, existem 85 países que exercem ao menos uma lei ou sintoma de “severa discriminação” contra aqueles que pensam ou creem de forma diferente.

Na lista dos países que foram acusados de graves violações, como prescrição de pena de morte por apostasia, estão Afeganistão, China, Bangladesh, Eritreia e Etiópia. Todos os países listados, exceto Gâmbia e Marrocos, também fazem parte da Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas, que elenca os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos.

Um exemplo da violação à liberdade de pensamento em crença é a cristã paquistanesa Asia Bibi. Ela está no corredor da morte há mais de sete anos por ser acusada de blasfêmia. Em outubro, Asia foi indicada ao Prêmio Sakharov de Liberdade de Pensamento deste ano. Não deixe de interceder por ela e outros cristãos que vivem nesses países.

Com informações de Portas Abertas e IHEU.

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“Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. Vocês podem reconhecer o Espírito de Deus deste modo: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus” – I João 4:1-2.

Uma das discussões da moda no meio evangélico nos últimos tempos é se o Natal deve ser comemorado ou não. É uma festa cristã ou pagã?

Que Jesus não nasceu em dezembro é fato, provavelmente foi em outubro. O que temos visto, porém, são argumentos sem sentido dentro do contexto de agrura espiritual que estamos vivendo nestes dias, que, se não são os últimos, estão se saindo melhor do que a encomenda.

Há uma grande diferença entre comemorar o nascimento do “menino-Deus” e louvar a Deus pelo mistério da sua encarnação em Jesus Cristo.
Para aqueles que não têm a revelação, a conveniência está em venerar o menino-Deus. É como se Jesus não tivesse crescido, cumprido seu ministério, morrido na cruz e ressuscitado. O menino será sempre mais inócuo e menos preocupante do que o Jesus adulto: do Sermão do Monte, do amor ao próximo, da prática da justiça, da confrontação dos religiosos, e, principalmente… da cruz. Muito mais meigo e indefeso, o menino não pedirá de seus seguidores mudança de vida, renovação de caráter, novo nascimento, crucificação da carne, etc…

O constante distanciamento da pessoa de Jesus no Natal é cada vez mais perceptível nas sociedades modernas por causa das investidas de Satanás contra a revelação de Deus.

Sendo assim, uma vez que a comemoração do Natal é uma data estabelecida e, devido ao seu caráter mercantilista, difícil de ser modificada, é preferível aproveitá-la para louvar a Deus pela encarnação de Jesus do que juntar-se aos que Dele se esquecem. É um bom momento para reafirmar a razão da nossa fé, sem que isso implique na necessidade de se utilizar símbolos e rituais pagãos. Pelo contrário, podemos cultuar a Deus e agradecer pelo advento, de forma pura e simples.

Esta é justamente uma das marcas daquele que tem o Espírito de Deus: confessar e se alegrar por Jesus ter vindo em carne.

Oswaldo Chirov

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